Disciplina - Lingua Portuguesa

Sugestão de Leitura

Capa do livro Retratos da leitura no BrasilInstituto Pró-Livro - IPL (Coord.). Retratos da leitura no Brasil. 3. ed. 2012.
Realizada pelo Instituto Pró-Livro com apoio da Abrelivros, CBL e SNEL, a terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, foi lançada em Brasília, no dia 29 de março de 2012. A pesquisa é única, em âmbito nacional, e tem por objetivo avaliar o comportamento leitor do brasileiro. É a contribuição do mercado editorial para, a partir de um amplo diagnóstico, estimular novas reflexões e decisões em torno de possíveis novas intervenções para melhorar os atuais indicadores sobre o comportamento leitor da população. Seus resultados ajudarão o próprio IPL, bem como outras instituições públicas e do mercado editorial, a orientar suas ações.

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COLOMER, Teresa. A formação do leitor literário popular. Porto Alegre: Artmed, 2003.
Este livro é a descrição de pesquisa realizada na Espanha e contém informações históricas e elementos preciosos para análise e compreensão da produção editorial destinada à infância e juventude.






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VYGOTSKI, Lev. Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
Há muito tempo, o grande psicólogo russo L. S. Vygotsky é reconhecido como um pioneiro da Psicologia do Desenvolvimento. No entanto, sua teoria do desenvolvimento nunca foi bem compreendida no Ocidente. “A Formação Social da Mente” vem suprir grande parte dessa falha. Trata-se de uma seleção cuidadosa dos ensaios mais importantes de Vygotsky, editada por um grupo de eminentes estudiosos da sua obra.





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FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler, em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 2006.
O livro se constitui de uma palestra sobre a importância do ato de ler, em uma comunicação sobre as relações da biblioteca popular com a alfabetização de adultos, em um artigo que expõe a experiência de alfabetização desenvolvida pelo autor e sua equipe. É trabalhando a temática da leitura, discutindo a sua importância e explicitando a compreensão crítica da alfabetização e do papel da biblioteca popular que Paulo Freire apresenta sua obra.



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LIMA, Luiz Costa. A literatura e o leitor: textos de Estética da Recepção. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
A presente coletânea de trabalhos dos teóricos e analistas mais expressivos da estética da recepção - H. R. Jauss; K. Stierle; W.  Iser; H. U. Gumbrecht e Harald Weinrich - constitui o primeiro grande esforço de divulgação, realizado no Brasil, do pensamento desta corrente. Oriunda da Alemanha Ocidental, ela vem oferecendo, desde o fim dos anos sessenta, importantes contribuições para um redimensionamento das investigações historiográfica crítica do fenômeno literário, o que poderá ser alcançado a partir de uma ruptura com o círculo ideologicamente saturado da estética e com as limitações da chamada crítica imanentista.



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ZILBERMANN, Regina. A Literatura Infantil na escola popular. São Paulo: Global, 2003.
Como tornar a literatura um instrumento de conscientização da criança? Como tornar a literatura um momento de prazer? Estes ensaios, de Regina Zilbermann, vêm auxiliar a todos os que de alguma forma estão ligados a livros infanto-juvenis, elementos riquíssimos para redimensionar o papel da literatura brasileira nos dias de hoje.





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MELO, Tania Maria de. A prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e adultos. Maceió: Edufal, 1999.
O trabalho tem como objetivo examinar as ideias de Paulo Freire, Emilia Ferreiro e Liev Vygotsky, visando oferecer aos educadores contribuições que permitam avaliar as propostas e as práticas em andamento, bem como formular novas propostas pedagógicas para a alfabetização de jovens e adultos.





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SILVA, Ezequiel Theodoro. A produção da leitura na escola . São Paulo: Ática, 2003.
O autor alia a observação da prática do profissional de ensino à reflexão teórica para elaborar uma proposta de ensino que incentive a leitura.






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BEZERRA, Carlos Eduardo de Oliveira. Adolfo Caminha - um polígrafo na literatura brasileira do século XIX. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009.
Trata-se, neste livro, do conjunto da obra de Adolfo Caminha - um polígrafo na literatura brasileira do século XIX - durante o período de 1885 a 1897. O estudo abrange não somente os seus textos ficcionais, mas também os seus escritos críticos e jornalísticos. Considera-se, portanto, a atuação do escritor como político, editor, leitor e crítico literário.




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CHIAPPINI, L. Aprender e ensinar com textos. São Paulo: Cortez, 1997.
Este livro faz parte de uma trilogia que apresenta os resultados da pesquisa intitulada A circulação dos textos na escola, que teve como objetivo estudar as práticas referentes à leitura e à produção de textos verbais, assim como indagar sobre o tipo de relação que as escolas estão mantendo com as linguagens dos veículos de comunicação de massa.





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BASSEDAS, Eulália; HUGUET, Teresa; SOLÉ, Isabel. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Este livro é um instrumento útil de reflexão, análise e otimização da prática educativa dirigida a crianças pequenas. Não é um receituário, tampouco um discurso genérico. Não diz o que precisa ser feito, nem como fazê-lo, mas justifica determinadas orientações na hora de tomar decisões.





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ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
Esse livro concentra sua atenção em três grandes áreas críticas da educação linguística - a leitura, a escrita e a reflexão sobre a língua. Antunes ressalta que essas três áreas se sobrepõem e que é tarefa destinada ao fracasso tentar isolar cada uma delas em atividades estanques e delimitadas. Antunes assume, em sua obra, a dimensão interacional da linguagem.




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BLOOM, Harold. Como e por que ler. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Neste livro, Bloom tem como objetivo o ensino da leitura e o encontro da sabedoria, que, segundo ele, está contida nos clássicos. Um trecho do prefácio:
"Não existe apenas um modo de ler bem, mas uma razão precípua por que ler. Nos dias de hoje, a informação é facilmente encontrada, mas onde está a sabedoria? Se tivermos sorte, encontraremos um professor que nos oriente, mas, em última análise, vemo-nos sós, seguindo nosso caminho sem mediadores. Ler bem é um dos grandes prazeres da solidão; ao menos segundo a minha experiência, é o mais benéfico dos prazeres. Ler nos conduz à alteridade, seja à nossa própria ou à de nossos amigos, presentes ou futuros."



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CANDAU, Vera Maria. Cultura, linguagem e subjetividade no ensinar e prender. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
Trata-se de um livro que se constitui como contribuição inegável para os campos da Didática, do Currículo e da Formação de Professores, dirigindo-se não apenas aos pesquisadores e professores dessas áreas, mas a todos os professores de uma forma geral e a todos aqueles que se preocupam com a qualidade de ensino e da formação de professores no Brasil.





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MARCUSCHI, Luis Antônio. Da fala para a escrita. São Paulo: Cortez, 2005.
Este livro mostra que a relação entre a oralidade e a escrita se dá num contínuo fundado nos próprios gêneros textuais em que se manifesta o uso da língua no dia a dia da escrita. Com essa tese central, o autor supera os preconceitos sobre a oralidade e propõe uma nova visão do trabalho com a fala em sala de aula.





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GRAÇA, Paulino; MARTINS, Aracy Alves; PAIVA, Aparecida; VERSIANI, Zélia (Orgs.). Democratizando a leitura: pesquisas e práticas. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
Os textos selecionados para este livro recuperam o movimento de integração entre as diversas instâncias responsáveis pela democratização do livro e da leitura. As autoras trazem ora experiências concretas diversas, ora reflexões teóricas multifacetadas, para dar vida e função às mais variadas práticas de leitura. O tema escolhido – a democratização da leitura – não poderia ser mais oportuno. A ampliação das matrículas escolares e as próprias facilidades técnicas de produção do livro e do material de leitura em geral têm facilitado a publicação de novos títulos e o surgimento de novos escritores.



STELLA, Maris Bortoni-Ricardo. Educação em Língua Materna - A Sociolinguística em Sala de Aula. São Paulo: Parábola, 2004.
Fundamentos teóricos e aplicações práticas no sentido de transformar a educação em Língua Materna num compromisso com a formação plena do cidadão e contra toda a forma de exclusão social pela linguagem.


MOTTA, Sérgio Vicente; BUSATO, Susanna (Orgs.). Fragmentos do contemporâneo. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009.
O livro reúne artigos de professores do Programa de Pós-Graduação em Letras da Unesp, campus de São José do Rio Preto, resultado de suas recentes pesquisas sobre literatura contemporânea. Composto por sete estudos, analisa textos e autores nacionais e internacionais, em prosa e poesia. Susanna Busato estuda o sujeito que adere ao espaço urbano, a partir da poesia de Frederico Barbosa, Heitor Ferraz e Fábio Weintraub. Sérgio Vicente Motta analisa o romance de Chico Buarque, "Leite Derramado". Arnaldo Franco Junior explora as relações entre produção textual, intertextualidade em obras de Dalton Trevisan e Valêncio Xavier. A literatura contemporânea portuguesa é contemplada no estudo de Sônia H. Piteri sobre a obra de Maria Gabriela Llansol e de Maria H. Martins Dias, que aborda o discurso ficcional de António Lobo Antunes em "O manual dos inquisidores". Giséle Manganelli Fernandes investiga como a ficção pós-moderna reavalia o passado em "Falling Man", de Don DeLillo. Diva Cardoso de Camargo discute o estilo na autotradução, por meio das obras "Viva o Povo Brasileiro", de João Ubaldo Ribeiro, e "An invincible memory", de João Ubaldo Ribeiro.


HELENA H. Nagamine Brandão. Gêneros do discurso na escola. São Paulo: Cortez, 2003.
Este livro faz parte de uma trilogia que dá continuidade ao trabalho de pesquisa entitulado "A Circulação dos Textos na Escola", desenvolvido por professores da USP e Unicamp, publicados na coleção "Aprender e ensinar com textos". Desenvolve-se um trabalho de seleção, análise, interpretação de diferentes genêros discursivos, com sugestões de leitura, visando a aparelhar os professores na exploração didática de diferentes textos verbais.


MEURER, José Luiz; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée (Orgs.). Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola, 2005.
O objetivo principal da obra é estabelecer um mapeamento dos principais conceitos, termos e explicações disponíveis nesse campo de estudos. Os autores buscaram reunir e analisar arcabouços teóricos de várias origens e épocas, em sua grande maioria ainda não publicados em português, para trazer aos leitores interessados no ensino e no uso da linguagem um painel rico e pluralista sobre o conceito de gênero textual/discursivo. Os 12 capítulos foram agrupados sob três termos gerais; abordagens sociossemióticas, sociorretórica e sociodiscursivas.


TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática: ensino plural. São Paulo: Cortez, 2009.
Este livro se propõe a contribuir para que o professor possa realizar um ensino plural, que possibilite aos alunos a aquisição e/ou o desenvolvimento de diversos e necessários conhecimentos e habilidades linguísticos que lhe deem condições de trabalhar com a língua e utilizá-la nas mais variadas situações que requerem competências de naturezas distintas (comunicativa, cultural, analítico-descritiva, de trato social), ligadas ao uso e conhecimento da língua.


FLORES, Valdir do Nascimento. Introdução à linguística da enunciação. São Paulo: Cortez, 2005.
Apresenta, de forma leve e objetiva, as teorias que são a base da pesquisa linguística. Pensadores consagrados, como Charles Bally, Émile Benveniste e Mikhail Bakhtin, entre outros, têm suas ideias destrinchadas e analisadas de modo comparativo, com a preocupação de formular um modelo de Linguística da enunciação. O livro contribui para preencher lacuna existente nesse campo, além de oferecer um roteiro de leitura das teorias da enunciação que têm ampla circulação no Brasil


KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.
O objetivo deste livro é apresentar, de forma simples e didática, as principais estratégias que os leitores têm à sua disposição para construir um sentido que seja compatível com a proposta apresentada pelo seu produtor. A leitura de um texto exige muito mais que o simples reconhecimento linguístico compartilhado pelos interlocutores: o leitor é, necessariamente, levado a mobilizar uma série de estratégias, com o fim de preencher as lacunas e participar, de forma ativa, na construção do sentido.


COSSON, Rildo. Letramento literário. São Paulo: Contexto, 2006.
O livro apresenta propostas de estímulo à leitura no ensino básico para além das práticas usuais. O autor desata os nós da relação entre literatura e educação, propõe a construção de uma comunidade de leitores nas salas de aula e sugere oficinas para o professor adaptar seu trabalho ao letramento literário.


SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
O livro aborda questões de letramento e alfabetização, habilidades e práticas sociais de leitura e escrita, e também traz uma análise discursiva das práticas de produção de texto e de leitura. A autora enfoca o tema - letramento - em três textos distintos, produzidos sob diferentes condições e circustâncias, para três tipos diferentes de leitores.


VAL, Maria da Graça Costa; MARCUSCHI Beth. Livros Didáticos de Língua Portuguesa: letramento e cidadania. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
Esta coletânea de oito artigos se dirige a professores e pesquisadores interessados no tema “livro didático de alfabetização e de língua portuguesa”. Trata de questões relativas ao mercado editorial, à natureza do livro didático, à avaliação feita pelo PNLD, ao modo como alguns objetos de ensino são abordados (apropriação do sistema de escrita e produção de textos, por exemplo) e como os livros são usados em sala de aula pelos professores.


ABREU, Caio Fernando. Morangos mofados. São Paulo: Brasiliense, 1982.
O livro mostra como o homem pode ser decadente e, mesmo assim, soberbo. Começando com uma busca angustiante e sem fim para descobrir-se e descobrir o outro em Diálogo até com o conto homônimo ao livro, que de maneira redentora alivia-nos de todas as pequenezas cotidianas que sufocam a vontade de viver. A sinceridade em sentir dor, raiva, amor, ódio e tudo mais do que somos feitos é que nos faz diferentes, e pela diferença Morangos Mofados brilha entre os grandes livros de contos da literatura brasileira.


AZEVEDO, Aluísio de. O cortiço. São Paulo: O Globo, 1890.
O romance mostra as mazelas e a vida miserável dos moradores de duas habitações coletivas. João Romão é ganancioso comerciante de origem portuguesa, dono de um terreno no Rio de Janeiro, onde constrói moradias de baixo custo para obter renda. Bertoleza, uma negra escrava, vive com ele e o ajuda no armazém que ele mantém no lugar. O cortiço é erguido aos poucos, para revolta do negociante Miranda, vizinho de João Romão. Os dois travam uma briga por causa da construção do cortiço. Assim, são mostradas as lutas entre os moradores, os embates com a polícia, a ganância de João em tornar-se rico às custas dos miseráveis ao seu redor, mostrando o cotidiano das classes baixas às vésperas da Abolição da Escravatura e da Proclamação da República.


DOURADO, Autran. Ópera dos mortos. Rio de Janeiro: Rocco, 1967.
Ópera dos mortos é um dos romances que melhor espelha a temática e o rigor formal de Autran Dourado. Lançado originalmente em 1967 e incluído pela Unesco numa coleção das obras mais representativas da literatura mundial, sua narrativa é um mergulho no passado da família Honório Cota a partir de um velho sobrado que, em sua arquitetura barroca, já corroída pelo tempo, vai revelando o destino de seus moradores, marcados pela tragédia, numa cidadezinha no interior de Minas Gerais.


CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Calvino, consagrado como um dos maiores escritores do século XX, procura convencer os recalcitrantes leitores atuais a ler livros de peso da literatura universal. A estratégia para conseguir adeptos entre os habituados às leituras de pouco fôlego dos tempos acelerados do pós-modernismo inclui um banquete literário, cujo “menu” é composto de seus comentários a respeito de obras consideradas indispensáveis pelos especialistas, como o poema de estrutura “policêntrica e sincrônica”, Orlando Furioso, escrito por Ariosto pela primeira vez em 1516.


SOARES, Doris de Almeida. Produção e revisão textual. São Paulo: Vozes. 2009.
Mescla fundamentos teóricos que não são discutidos nos cursos de formação de professores, com questões práticas ligadas a uma tarefa que, na maioria das vezes, é ineficiente: ajudar os alunos escreverem melhor.


CALLADO, Antônio, Quarup. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1967.
A ação de Quarup transcorre no período que vai do suicídio de Getúlio Vargas (1954) ao Golpe Militar de 1964 e mostra, sob a ótica do jovem padre Nando, a realidade social e política do Brasil desses tumultuados dez anos. O padre Nando, um jovem ingênuo, puro e idealista, tem o sonho de reconstituir no Xingu uma civilização semelhante a que existiu nas Missões jesuíticas do Sul do Brasil na época colonial e, para isso, tem que ir ao Rio de Janeiro, então capital do país, para obter a necessária licença do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), órgão que deu origem à atual Funai.


ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
Em Seis passeios pelos bosques da ficção o autor utiliza os conceitos de autor e leitor-modelo, discute o ato da leitura e os modos de recepção do texto nos contos de fadas, nos romances policiais, nas obras de Gérard de Nerval, Edgar Allan Poe, Alexandre Dumas, James Joyce, Kafka, entre outros. Segundo o autor, os "seis passeios" referem-se aos seis capítulos do livro e o "bosque é uma metáfora para o texto narrativo, não só para o texto dos contos de fadas, mas para qualquer texto narrativo".
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